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1 de janeiro de 2017

2016 pra mim

Crise. Essa foi a palavra mais dita neste ano. E por mim a mais vivenciada em todas as esferas... emocional, física, familiar, profissional, relacional... mas, como a origem da palavra explica, foram grandes oportunidades de reconstrução. 


Tudo começou num nascer do sol incrível. O ano prometia brilho, risadas muito bem representadas por amigos que viraram à noite comigo se divertindo, chorando, brindando e lotados de esperança! 


Rotina retomada, minhas memórias também...


Aproveitei alguns dias para viajar com meu irmão e tive uma dor incrível porque tive que desconstruir um pouco da minha humanidade! Conheci um lado sombrio com uma pessoa que eu gostava muito. Meu irmão mais uma vez foi maravilhoso e minha irmã mais nova de novo presente a 400 quilômetros de mim, dizendo o de sempre: tô indo te encontrar. Não foi necessário e não seria justo com ambos. Aproveitei as férias dele, mesmo com um nó enorme apertando meu coração é meu peito. Mas, ressignificar foi fácil porque os meus sempre estão comigo. 


Aí veio o casamento que eu ansiava muito! Espetacular. Ver quem a gente ama se amar é lindo. 


Nesta época, eu estava imersa em luzes piscantes, em que me sentia feliz. Foram  66 dias num relacionamento intenso, pois de extenso não teve nada, graças às minhas proteções do céu... Novamente descobri uma face horrível do ser humano, a capacidade de usar as pessoas. História superada, com sofrimento, com a certeza de que algumas coisas não pertenciam mais a mim, não conseguiria novamente renovação para tantas mentiras. 


Canal oficial de corações partidos: trabalho! Lancei com meus grandes sócios minha segunda empresa. Foi mágico juntar pessoas de várias cidades e escutar que nosso trabalho era incrível! Fui eleita líder da maior rede de empreendedorismo do mundo. A Chf's cresceu e contratei pessoas, ganhei uma sócia, aumentamos nosso portfólio. 


Contudo, com algumas poucas vitórias, ganhei um monte de problemas... muitos... inveja, desejos ruins, energias desprezíveis, sorrisos fakes e oportunistas. Mas a estrutura estava forte e passei por essa. 


Na faculdade, ganhei amor, compreensão e cuidado. Fizemos eventos disruptivos, com apoio de 2 pessoas em especial que não vou nunca esquecer. Fortaleci ainda mais minha paixão por educar. Encontrei meu Everest. 


Na família, foi o ano caos. Doenças, discussões, mas aprendi novamente que não importa o que mude, nossos valores permanecem. Foi o ano da tolerância e do perdão que me fizeram crescer muito e respeitar limites. Limites que também deixei de lado na minha saúde. Tive um colapso hormonal, tudo parou e minha angústia não. Mas tenho anjinhos espalhados que me ajudaram a enfrentar a barra. 


Aliás, voltaram pra minha vida pessoas que foram maravilhosas. Na dor, encontramos quem é de verdade. E também quem precisava passar ou sair da nossa história. 


Tive a festa de aniversário mais linda do mundo que meus amores prepararam, o nível da favorita, com muito funk!!!


Aprendi sob duras penas que felicidade é sempre realidade menos expectativas. Diminui então muitas!!! Presente de aniversário! 


Encontrei um pouco de descanso numa relação bem cansada. Obviamente, não durou. Sou exaustiva, sou extremos e meu equilíbrio se dá justamente em conseguir com integridade caminhar entre esses dias frios e os escaldantes. O carvão morno eu soltei. Talvez tenha sido mais uma lição para não tentar me enganar. 


Mas, ao mesmo tempo, cada dia mais desencantada com o mundo, escutei: "Não deixe a desumanidade das pessoas tirar a sua humanidade." Dias de gratidão. 


Ganhei dois novos sobrinhos, que chegam em 2017. Ganhei meu afilhado querer ficar mais tempo com a "madinha", ganhei a luta da Amy contra seu prognóstico de 5 anos. Ela ficou comigo para cuidar porque sabe o quanto preciso das suas patinhas me acariciando para eu levantar... 

Desfiz grupos de WhatsApp para ganhar grupos off-line reais. Minhas amigas verdadeiras sempre permaneceram e acho que choraremos todos os anos juntas de felicidade pela renovação de nossa união. Crazy, Amigas de Brigadeiro, Gratidão, grupos que transcendem mensagens de bom dia. Grupos que estão dia-a-dia no meu lar. 


Perdi também um anjo, que estava cuidando da minha família aqui, mas hoje cuida de nós no céu. O ser humano que mais viveu de verdade que eu conheço. Que via pontos de luz na tomografia do seu pulmão e era capaz de sorrir e dizer: estou iluminado para o Natal. Ele foi lá pra cima pra poder ver todo mundo melhor e proteger mais! 


E o ano acabou... 


E quando esperava agendar um réveillon na sacada, no fim do meu ano, Deus me presenteou e me fez coração novamente. Dias de paz, dias a mais, dias que não esquecerei nunca mais. Amor e gratidão, aos que ficaram e aos que chegaram pra morar eternamente. 

12 de junho de 2016

Sobre hoje

Que todos os dias a gente possa trazer um pouco de claridade para nossa vida e dividi-la para o bem de alguém. Que nosso amor, dividido, engrandeça outros corações, ainda que possa ferir o nosso. Que os dias passem e levem com seus ventos do bem as angústias, as estagnações, os interesses rasos, os venenos da alma. E que esses mesmos tragam o que de necessário for para que nossa passagem aqui seja merecedora de reconhecimento e orgulho. Que saiamos perdendo em todas as relações desfeitas, pois ganhar em cima de outro é um arrastão na conta da evolução da alma. Que as luzes que temos, e sabemos intermitentes, não ofusquem o outro. Que a inveja dos outros não ofusque nossa luz. Que possamos juntar clarões para novas estradas iluminadas. Que possamos mudar vidas, ter vidas, ser vidas para quem está ainda na sombra de suas crenças limitantes, de seus medos e de suas inseguranças. Que enxerguemos o que podemos fazer, não o que fizeram para gente. Afinal, o amor continua sendo medido pela capacidade de vencer os apesares... 

17 de maio de 2016

Para o amor que chegou

Confesso que ensaiei muitas palavras, um discurso bonito feito jardim.

Apenas aconteceu

Não encontro uma expressão adequada e queria ter bolsos largos para esconder a timidez das minhas mãos.

Confesso que por mais que meu coração esperasse por você, eu achei que era somente uma esperança morta, como essas flores bonitas que a gente coloca no meio das páginas dos livros.

É sempre assim, o amor aparece de repente e não dá tempo para a gente ajeitar a casa e vestir a nossa melhor roupa.

Na verdade ninguém nunca viu o amor chegar, talvez o amor sempre estivesse aqui dentro e você chegou como um espelho para me mostrar que o amor é coisa de dentro. Hoje eu vejo.

2 de fevereiro de 2016

Basta de hipocrisia

Tenho lido um milhão de críticas com relação ao BBB. Um programa fútil, sem propósito, que arrecada fortunas sem agregar nada para o público que assiste. 
Deixa eu me apresentar para justificar minha leitura. Sou professora universitária, tenho 3 empresas que funcionam muito bem, contribuo socialmente com educação e empregos. Tenho 2 graduações, especialização, pós, MBA... E, acreditem, sou assumidamente uma espectadora do BBB. Justamente por isso, abro a discussão:
Vamos lá... Algumas pontuações: 

1. Sim, é extremamente comercial. Dou aula de Mkt e acho genial o impacto dessa publicidade escrachada do BBB. 
2. Num país sem educação, reflexo das estratégias controladoras e nojentas políticas, onde Faustão é o que se oferece no Domingo, por que o incômodo com BBB? Incomode-se com o governo, que faz lobotomia nas pessoas, e as mantém reféns desse sistema.
3. O quanto o BBB arrecada a cada paredão? Problema seu que paga. Não há desonestidade nisso.
4. Criticar que as práticas do programa são agressivas e impróprias é fácil. O quanto você se vende votando no cara no seu bairro que promete melhorias para comprar seus votos não é baixo? 
5. Vc sabe quantas pessoas são empregadas para o programa funcionar? Eu sei. Muitas!!! Centenas! E emprego para todos os níveis e qualificações, diferente do que está acontecendo no resto do país. 
6. Fútil? Vc cuida da vida alheia de graça, fala mal dos outros e vai à missa todo domingo. Preguiça.
7. Manipulador? O que as pessoas fazem numa negociação? Jogam, entendem, criam estratégias e decidem. Pelo menos quem é empreendedor.
8. Investir a grana em projetos sociais como sugerido em críticas que li??? Pagar mais bolsa família para a irmã da faxineira do prédio que parou de trabalhar pq achou uma brecha pra receber o auxílio e acha que o melhor mesmo é isso, desvirtuar o programa e se beneficiar de vc, que votou acreditando que o mundo é ainda de Poliana? 
9. Não critique o que desconhece. Capitalismo é isso aí. Se não entende o conceito, muda pra Cuba e seja feliz vendo papel higiênico nas vitrines como item de luxo. Onde mesmo socialismo, comunismo, etc deu certo? 
10. Liberdade de expressão. O povo vai pra rua falar baboseira e fazer arruaça e tem vergonha de admitir que assiste BBB. Parem de fazer auê sem ideologia e fica no seu sofá, bem mais produtivo.
11. As pessoas tiram de tudo o que filtram. Eu vejo uma caixa de skinner e acho quase científico. Observar o ser humano, sendo manipulado ou não, é sempre aprendizado. E saibam, eles são assalariados, Clt's, e optaram por isso. É uma novela, a mesma que vc da audiência às 18:00, 19:00 e 21:00! 
12. Ninguém é obrigado a assistir. Mas é a votar no nosso país. Então, pare de criticar e de assistir o tão absurdo e desprezível BBB e estuda um pouco antes de OPTAR na urna eletrônica (a coisa mais absurda do processo eleitoral) por um corrupto! Vc sabia que de todos os países do mundo somos a minoria esmagadora que tem seu processo eleitoral controlado eletronicamente? Estranho, né? 
13. A Globo não tem processos pelo escopo do programa, mas o cara que representa vc na União, Estado, Município tem um monte e vc nem procura saber! Busque informações e não finja ser intelectual porque não assiste BBB.

Assisto, assumo, me divirto e anestesio o mal estar de viver num mundo tão hipócrita sendo eu! 


17 de janeiro de 2016

Sobre a pequena

Depois de um dia delicioso com meus amigos, vim pra cama descansar que hoje (já é domingo) é dia de Cadu! Meu afilhado lindo que Deus colocou na minha vida para mudar caminhos... É daí, deitada na cama, senti saudades da pequena, Amy, minha shitszu, cã (espécie que eu criei), porque hoje ela não está na minha casa, foi passear na casa da vó Rute. E fiquei questionando o amor que sinto, a dor da ausência, e me perguntei o motivo por sentir tão fortemente isso por um cachorro e, muitas vezes, não sentir por pessoas. Quem não tem ou nunca teve vai me crucificar, afinal, é só um bicho. Ledo engano. Só? É patológico é masoquista comprar um cachorro que, teoricamente, morrerá antes de você, te trará despesas (a Amy é profissional nisso), exigirá cuidados eternos, e ainda por cima nunca vai dizer que te ama! Sqn!!! Não tem preço acordar com ela abanando o rabo porque cedo ela sobe na cama e se espreguiça no meu colo. Ou estacionar na garagem do prédio e no nono andar escutar seu latido que diz "sobe logo, to louca por um cafuné e quero te lamber o nariz pra dizer que fez falta"... Nos dias tristes, passar 12 horas ao seu lado, no seu ritmo, te fazendo companhia. Nos dias felizes, entender que quer estar com os amigos e ficar ainda assim até de madrugada esperando a hora da caminha no seu pé. Não, não gosto mais de cachorros do que de pessoas, mas tenho certeza de que cachorros gostam mais de pessoas do que pessoas gostam de pessoas. E de modo genuíno. Recordo-me de quando viajei e deixei a pequena na casa do tio Vandão, que ela tanto ama... Foram 5 horas olhando a porta, esperando que eu voltasse. Pessoas que não amam criaturas como essas, serão realmente incapazes declamar pessoas, tão mais imperfeitas, defeituosas, leais. A Amy me fez acreditar que eu era sensível, que eu podia me doar, que eu sabia o significado de cuidado. E ela me testou muito. Com todas suas doenças, com todos seus problemas. E desistir nunca foi uma possibilidade. Dela, nunca. São três anos de parceria, que honestamente valeram muito mais que algumas pessoas de décadas... São dias de gratidão, entrega, genuinidade. Tomara que as pessoas em geral tenham um dia a chance de experimentar com animais de qualquer espécie, lembrando que também somos animais, uma relação de tanto sentimento de amor! 

25 de dezembro de 2015

2015 pra mim

Já cansei um pouco de contar meus anos... Parece que num piscar de olhos eu tenho que fazer essa retrospectiva para o blog e quase nada mudou. Passaram amores, dores, amigos, abrigos, saudades, vaidades, preguiças, conquistas, medos, credos, experiências, incoerências, idade, imaturidade, etc... Tanta coisa, mas tão rápido que até assusta. 

O que me marcou: minha família que sempre está presente, meus amigos decentes, minha pequena insistente e meu pequeno impaciente! 

O que fiquei com preguiça: das pessoas que passaram sem humildade, daqueles que transbordaram imaturidade e dos que me decepcionaram sem necessidade. 

O que me motivou: meu alunos incríveis, meus afilhados indescritíveis, o casamento épico da pequena e do nosso amor e seus preparativos insubstituíveis! 

O que eu projeto: sinceros abraços, bastantes amassos (de todos que amo e que possa amar), menos cansaços, e ressignificar fracassos. 

Agradeço por todos que entraram e ainda mais pelos que saíram do meu caminho! 

Beijos, 
Feliz 2016

29 de agosto de 2015

22 de agosto de 2015

Matemática do amor

Pensando na vida, só me resta vomitar num jato igual de criança com virose que nada supera o respeito pelo outro e o amor que se divide e multiplica-se exatamente por ser compartilhado. Pena daqueles que querem guardar seu amor, que acham que ele pode se esgotar quando se dá. A regra não é matemática óbvia. Amar é dividir.

8 de agosto de 2015

Julgamentos


Ontem à noite, com meu sábio mestre, estava discutindo o quanto me canso com as pessoas... O quanto me incomoda me rotularem ou acharem que tem sugestões melhores de como eu deveria viver, escolher minhas relações, levar a vida, ou o quanto meu jeito me impedirá de fazer o planejado ou esperado socialmente. Meu mestre é sempre tão honesto consigo mesmo que é por isso que o sigo. Ele realmente vê a vida de um jeito diferente, com propriedade de quem enfrentou grandes desafios e ainda continua vivendo plenamente os seus 60 anos... Bom, ele me disse uma frase incrível, com todo sentido do mundo... Aliás, ele sempre tem essa frase na ponta da língua em cada situação... "Julgamento é falta de vida minha". Só julga quem tem espaço muito vazio na própria vida. Honestamente, achei estranho num primeiro momento, mas depois resolvi esse embaraço. Eu acreditava no contrário. Que as pessoas julgavam porque a vida delas era uma grande referência. Não, às vezes, quase sempre, me acho uma péssima psicóloga... Óbvio que o julgamento pressupõe a projeção... E talvez desperte monstros internos em quem o faz. O que acho incrível disso tudo é o quanto a cegueira dá às pessoas sustento para falar com tanta tranquilidade sobre o certo e o errado. Sabe o que acho disso tudo? Certo é conseguir olhar para si e se julgar. E quando olhar para o outro, ajude sem julgar. Seja a única pessoa capaz de estragar sua vida. Ninguém pode ser melhor do que você nisso. 

26 de julho de 2015

11 de julho de 2015

Love to travel

Viajo quando estou de férias, para outras cidades, estados ou países... Viajo no fim de semana ou feriado para praia com amigos. Viajo para um dia de trabalho em São Paulo. 
Viajar é bom demais, mas algumas coisas são imprescindíveis. Em primeiro lugar, e o mais importante, a companhia. Já fui para um lugar trash e dormi no chão e foi demais. Em São Tomé das Letras tinha até carrapato no colchão, mas meus amigos eram incríveis e tudo ficava perfeito. Já viajei para lugares luxuosos com pessoas chatas e tudo ficou ruim. A balada, a comida, a energia. 
NY e Vegas foram com pessoas que eu amo e que inevitavelmente tornaram a viagem fantástica. 
Mas viajo também sentada no funivam conversando com meu pai, amigo, chefe Tomás e meu querido Laerte, historiadores, por experiência e formação, respectivamente. 
Viajo quando estou com minha amigas no Ferreti contando a semana e projetando a vida. 
Viajo quando passo horas com meu afilhado criando mundos onde existem fantasias incríveis. 
Viajo quando acho um amigo no FB que me atualiza de sua história pq há muito não nos vemos. 
Viajar é maravilhoso, até dentro de casa, com meu amigo, na sacada, lendo crônicas de pessoas comuns. 
O grande lance é que as melhores viagens rolam em qualquer lugar quando se está com quem se ama. Até dentro de nós. 

28 de junho de 2015

Apaga dor

Hoje tive um dia de montanha russa. Acordei de manhã feliz com a noite. A pequena me abraçava com sua patinha, mas a cama estava vazia de algumas emoções e sentimentos... Escutei barulho em casa e achei que meus sentimentos caminhavam por ela. Não, era a dona Rute, cuidando do meu lar. Com muito sentimento, mas não os que eu esperava... Levantei e fiz um café para bombar melhor o sangue do meu coração. Assumi para mim essa estratégia há algum tempo. Fui ao encontro do meu afilhado que, como sempre, trouxe luz extra para o dia que, embora ensolarado, não me fazia vê-lo com brilho. Fui visitar um grande mestre e ele me fez repensar sobre a dor que eu estava sentindo. Minha dor ficou pequena. Passei a tarde com um amigo que ratificou esse sentimento. Mas, no fim do dia, ou melhor, no começo desse novo dia, precisei escutar muitas verdades de uma pessoa que amo. Eu valorizo muito as dores e preciso criar novas memórias. O que aconteceu, passou. E eu lembro demais das fases difíceis e choro copiosamente com os problemas e fico sem expressão quando o amor bate a minha porta, com medo da minha felicidade acabar... Então tento não começar a ser feliz. Arrumo desculpas, problemas, razões para não poder ser. Meu tempo de hoje realmente está órfão de mim, e eu preciso apagar a dor do que vivi para,  simplesmente, viver. 

15 de junho de 2015

Status

Estado... Já escrevi sobre o tema num passado longínquo, mas infelizmente retomo a discussão. Nunca fui fã das redes sociais, mas, talvez hoje, aprendi a aceitá-las na minha realidade. Elas me ajudam muito na profissão. Na profissão.  Não que não haja diversão. Há também... Encontrar amigos, conhecer gente, dar risada de post´s bobos, postar bobagens. Tenho meus momentos. Mas, como uma péssima conhecedora das melhores práticas no mundo virtual, taxada assim por especialistas na área (amigos que manjam de verdade!) que já me disseram um milhão de vezes que eu devo ter mais assertividade nas publicações, pouco presto atenção em detalhes e mudanças nos aplicativos. Descobri hoje que existem muitos status de relacionamento. Muitos estranhos status... Todos para atender às demandas dos usuários cada vez mais diversificados. Amo diversidade, amo a idiossincrasia. Contudo, odeio rótulos. Mas me surpreendo ainda mais com a capacidade das pessoas de se rotularem... Eu tenho que assinar divorciada, por lei, porque infelizmente ainda as cumpro...  Mas eu sou livre. Solteira, enrolada, casada, juntada, separada, divorciada, complicada... Sei lá. Depende do dia. Não é apologia a não assumir relacionamentos publicamente, é só indignação em tentar achar um rótulo, ainda que esdrúxulo para meus sentimentos. Minha razão nesta hora vai para o buraco,sempre gostei de procedimentos, de tudo certinho, mas isso serve para empresas, não para pessoas. Afinal, quem somos nós hoje? Eu sou apenas uma mulher, menina, moleca, consultora, professora, filha, madinha, irmã, amiga, parceira, cliente... Caracas... Só tudo isso... Até no nome, sou Diuale, Di, DaleDalezinhaDiuDjudju, Da, Dalinha... Se nem meu nome é taxativo, quanto mais o que sinto em relação a alguém... Enfim. Estou hoje meio irritada com denominações, com rotulações e com status atual. Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante... Do que ter a velha opinião, ou a nova imposta pelo mundo, sobre tudo!

11 de junho de 2015

Pessoas complexas

http://m.huffpost.com/br/entry/7489582

Chegar

Em casa tarde, no trabalho novo, na vida de alguém... Tão difícil, inusitado, estranho, mas, ao mesmo tempo, tão gostoso. Recomeços... Não, não recomeço. Começo! O prefixo me incomoda, porque me aprisiona no passado. Minha vida é do hoje. Da delícia de agora, afinal, o passado e a eternidade do futuro podem tirar o brilho do proveito do instante. Dia delícia! Começando bem! 

5 de junho de 2015

Sobre o feriado

Quer saber? Odeio segunda, mas trabalhar no feriado é incrível se você faz o que gosta e com quem gosta! 

2 de junho de 2015

Eu odeio segunda

Segunda é um dia horroroso! É o dia das limitações. Não pode sair à noite, não pode acordar tarde, não pode comer qualquer coisa... Dia de reestabelecimento. Quem disse? Eu amo fim de semana, e como dizem os cariocas, segunda é pra mim um dominguinho... Acordei cedo, trabalhei até, mas eu precisava falar... Precisava de um amigo pra contar sobre a vida, angústias, pesadelos e burnout do trimestre. Por acaso, uma aluna passou na sala para me dar um beijo e dizer que era eternamente grata por tudo que fiz durante seu TCC. Ela fez tudo, mas as pessoas acreditam que a gente ajuda muuuito.... Enfim, minha segunda começou a ficar legal. Aí,  decidi ligar para meu mentor para jantar e falar sobre a minha angústia típica da TPM. E tomei o esculacho que merecia. Ele me pôs no eixo. Falou pra eu esquecer da máquina Diuale e me focar na pessoa, no ser humano. Eu adoro quando ele fala de mim como se eu não estivesse ali... Ele fala mal de mim para mim mesma... Não é precioso? Enfim, a noite acabou com uma leitura péssima de quanto eu crio expectativas nas pessoas e me cobro por elas e tenho a culpa da galáxia quando não as cumpro. E o mais surreal é que ele me disse que quando me mostro frágil, faço as pessoas se sentirem fortes ao meu lado, pois a expectativa é exatamente contrária. Já decidi: agora vou chorar mais, me abrir mais, pedir colo sempre. Ele me disse que nunca se sentiu tão relevante pra mim quando disse que precisava de ouvidos! E eu achando que meu ouvido era a salvação do universo... Pretensão demais, né? Precisar do outro pode ser muito mais produtivo para ambos. A fortaleza pedindo força torna o frágil grandioso! Tão óbvio!  

26 de maio de 2015

2 de maio de 2015

O mundo ao contrário...

Nesta quarta recebi um texto de um amigo que foi um grande tapa na cara, dizendo um pouco sobre como nós invertemos a vida de modo inadequado, confundindo o conceito de sucesso com excesso. Excesso de estudo, trabalho, de ausências na família, de faltas com quem a gente ama... Tudo isso perseguindo a ideia de uma carreira de grandes números como resultados e significado de felicidade. Achei super oportuno para mim, pois tenho me desgastado com coisas que não quero e decidi mudar algumas coisas para ter sucesso na minha vida, que significa ganhar o suficiente para ser feliz ao lado dos que amo. Sem ambições que me distanciam do que realmente tem significado! Bom, tudo isso eu contei porque na quinta recebi uma noticia que me abalou muito. Uma grande referência de sucesso para mim, uma menina de 30 anos, diretora numa empresa dos sonhos de qualquer pessoa de nossa geração, conhecia 46 países, falava 4 línguas, tinha muito conhecimentos relacionamento, além de dinheiro, se jogou do seu prédio como a única chance de se sentir melhor. Um suicídio pensado, avisado, e que só me deixou mais reflexiva ainda sobre o sentido de tudo que faço. Sou feliz demais com o que conquistei. Não vou deixar o mundo me conduzir, eu sou quem faz a escolha, mas a minha escolha é de não mais perder tempo. Eu não vou perder por do sol para trabalhar, nem fim de semana estudando. Eu quero meus pais perto, minha irmãs ao meu lado. Meu amor Cadu comigo. Suicídio aos 30? O que levou uma menina tão bem sucedida a fazer isso? Desespero? Onde ela se perdeu? Por quê??? Respostas que agora não adiantam mais. Mas devem servir para que possamos refletir sobre nossas prioridades. O que sucesso afinal? Finalmente digo. Sucesso é viver leve, feliz, com quem se ama. 

25 de fevereiro de 2015

Brincando com arte

"Consegui o equilíbrio cortejando a insanidade..."