Estado... Já escrevi sobre o tema num passado longínquo, mas infelizmente retomo a discussão. Nunca fui fã das redes sociais, mas, talvez hoje, aprendi a aceitá-las na minha realidade. Elas me ajudam muito na profissão. Na profissão. Não que não haja diversão. Há também... Encontrar amigos, conhecer gente, dar risada de post´s bobos, postar bobagens. Tenho meus momentos. Mas, como uma péssima conhecedora das melhores práticas no mundo virtual, taxada assim por especialistas na área (amigos que manjam de verdade!) que já me disseram um milhão de vezes que eu devo ter mais assertividade nas publicações, pouco presto atenção em detalhes e mudanças nos aplicativos. Descobri hoje que existem muitos status de relacionamento. Muitos estranhos status... Todos para atender às demandas dos usuários cada vez mais diversificados. Amo diversidade, amo a idiossincrasia. Contudo, odeio rótulos. Mas me surpreendo ainda mais com a capacidade das pessoas de se rotularem... Eu tenho que assinar divorciada, por lei, porque infelizmente ainda as cumpro... Mas eu sou livre. Solteira, enrolada, casada, juntada, separada, divorciada, complicada... Sei lá. Depende do dia. Não é apologia a não assumir relacionamentos publicamente, é só indignação em tentar achar um rótulo, ainda que esdrúxulo para meus sentimentos. Minha razão nesta hora vai para o buraco,sempre gostei de procedimentos, de tudo certinho, mas isso serve para empresas, não para pessoas. Afinal, quem somos nós hoje? Eu sou apenas uma mulher, menina, moleca, consultora, professora, filha, madinha, irmã, amiga, parceira, cliente... Caracas... Só tudo isso... Até no nome, sou Diuale, Di, Dale, Dalezinha, Diu, Djudju, Da, Dalinha... Se nem meu nome é taxativo, quanto mais o que sinto em relação a alguém... Enfim. Estou hoje meio irritada com denominações, com rotulações e com status atual. Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante... Do que ter a velha opinião, ou a nova imposta pelo mundo, sobre tudo!
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