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21 de julho de 2013

Forte:

"Percebi que ser feliz é simples e complexo. Ja, ser infeliz ou se achar infeliz, é rapido e facil. 

Muito do que nos causa dor, no fim, é pequeno. Muito disso acontece porque aceitamos migalhas, isso doi. Mas sequer pensamos nas migalhas que distribuimos. E como fica a dor do outro?

E, indo mais além, se parassemos de prestar atençao nas migalhas e prestassemos atençao na felicidade e nas coisas boas?

Trocar a chateaçao da atençao nao recebida, pela alegria de quem nos faz bem. Trocar a lembrança do truculento do trabalho, pela certeza de quem é parceiro. Trocar o vazio que te faz inerte, pelo carinho de quem te ama. Trocar a auto sabotagem, pela alegria de viver o presente.

Nao so por esta conversa importante de hoje, mas ha meses venho questionando a importancia que as pessoas depositam na dor, o quanto criam regras em volta da dor.

Nao acho que esta defensiva é se amar, é apenas temer. E viver assim é uma prisao. Foda-de quantas estrelas tem o quarto de hotel.

Termino este pensamento desejando ser mais forte do que isso. Me amar o suficiente e nunca ser refém de ninguém.

Amar é simples. Ser feliz é simples."

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